Instituto Moreira Salles

Música

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Selo da gravadora Odeon - fase mecânica

O Instituto Moreira Salles guarda e preserva diversos acervos musicais reunidos ao longo do século XX por artistas, jornalistas e pesquisadores.

Entre eles, destaca-se o do historiador e crítico musical José Ramos Tinhorão. Somado às outras coleções do IMS, como a do pesquisador Humberto Franceschi, o conjunto reúne mais de 100 mil músicas, que estão sendo tratadas digitalmente em estúdios de áudio-restauração. Trata-se da mais completa amostragem do que foi produzido pela indústria fonográfica nacional, agora em condições de ser pesquisada em todo o mundo por meio da web.

Outra coleção significativa é a de Boris Schneiderman (Odessa, 1917 – São Paulo, 2003), com mais de 4 mil discos. Pelo rigor no critério de seleção tanto dos autores quanto do repertório e de seus intérpretes, trata-se de uma das melhores discotecas de música erudita internacional existentes no país.

Além de gravações e discos, o Instituto preserva também acervos documentais e de música impressa, como os de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazareth e Pixinguinha, com milhares de partituras manuscritas. O material possibilita estudos sobre um dos mais relevantes período de formação da música brasileira, o ocorrido entre o final do século XIX e o princípio do XX.

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